Porque é que miúdos e graúdos adoram o Zmar? Fomos descobrir…

 

 

 

As mães deste blogue decidiram  dar uma pausa à criançada e para manter a sua sanidade mental  fizeram um retiro em família. Como o objetivo era descansar ao máximo a mente e cansar (muito) as nossas crianças, e como já tínhamos ouvido falar maravilhas do Zmar -Eco Experience decidimos experimentar  e lá estivemos durante  três dias non-stop.

Pessoalmente o conceito não me fascina, não sou de todo adepta do campismo e só de ouvir a palavra bungalow já fico nervosa. No entanto o bungalow de que falo está equipado com ar condicionado, tv, casa de banho privada e claro são confortos que o parque de campismo normal não tem.

Apesar de achar que o preço poderá em determinadas épocas estar desajustado em relação às comodidades oferecidas ( em alguns casos está ao nível (quanto ao preço) de um bom turismo rural no Alentejo), tenho de concordar que as crianças adoram e não há dinheiro que pague a sua felicidade.

O Zmar Eco Experience é um conceito ecológico  de eco turismo sustentável tendo já sido premiado internacionalmente. Está situado em pleno Alentejo e apenas a dez minutos da badalada praia da Zambujeira do Mar.

A herdade onde está situado tem uma Etar própria para reutilização das águas que são posteriormente utilizadas para a rega, tem painéis solares que fornecem energia e água quente aos bungalows e todo o design está programado para “ferir” o menos possível a paisagem e o ambiente.

No entanto o motivo pelo qual os miúdos adoram o Zmar é na verdade pelas infraestruturas que apresentam :

  • uma  piscina exterior em tamanho XXL que fará as delicias dos mais novos no verão
  • uma piscina interior que às horas certas nos surpreende com ondas do mar
  • os  slides e o enorme parque infantil de onde os miúdos não querem sair nunca
  • o espaço kids- onde fazem atelieres, atividades e aproveitam para brincar
  • o imenso espaço livre onde podem circular também livremente, a pé, de bicicleta ou de carrinho a pedais
  • uma quinta com animais que os miúdos podem visitar e alimentar, com póneis , burros, patos, ovelhas, vacas, e araras

O Zmar tem mesmo todos os ingredientes para a receita da felicidade de miúdos e graúdos.

 

 

Por cá ficámos rendidas ao conceito e percebemos porque tantos ” famosos” e “bloguers” adoram o Zmar .

Deixamos no entanto algumas dicas/sugestões :

  • o bungalow tem cozinha mas está equipada apenas com  dois tachos pelo que cozinhar para uma família pode ser complicado
  • existem poucas sombras na herdade, na zona dos bungalows e junto da piscina pelo que o calor tórrido do Verão Alentejano pode ser difícil de suportar ( só para pessoas que implicam o sol como eu )
  • Existe um pequeno mini-mercado dentro da herdade, mas na verdade só vimos bolachas e batatas fritas à venda por isso é melhor levar algumas  coisas já preparadas.
  • Alugam bicicletas e carrinhos a pedais mas os preços são caríssimos por isso se tiver oportunidade leve as suas próprias bicicletas.
  • As toalhas para as piscinas não são fornecidas pelo Zmar, tem de levar as suas próprias ou alugar (  dois euros cada toalha)
  • Não há limpeza diária dos bungalows e os lençois são trocados de quatro em quatro dias.

E pronto , apesar de tudo foram dias muito divertidos, os miúdos vieram cansados e renovados e as mães descansadas e renovadas…

 

 

A minha mais velha voltou hoje à escola e não me deixou tirar a pulseira do Zmar porque queria ter a prova para mostrar aos amigos que lá tinha estado, como se tivesse ido para muito longe, um pais de diversão chamado Zmar ….

Sofia Franco

 

 

 

Merry Tuk Tuk Christmas!

FullSizeRender (8)Agora que a azáfama do Natal já passou e já estamos à espera de entrar no ano 2018 em grande, fica aqui a nossa sugestão para terminar o ano 2017  pelo menos de uma forma original!

Se ainda não teve oportunidade de  ir aconselhamos que vá e rápido, a cidade está linda e apesar do frio vale bem a pena .

É um óptimo programa familiar, os miúdos vão adorar mas também pode ser um programa romântico e funciona muito bem a dois.

Nós fomos a três e sem miúdos mas  ficámos com imensa vontade de voltar, com cara metade ou com a família a verdade é que queremos repetir.

Mas vamos já contar-vos tudo.
Assim que chegámos ao Chiado avistamos a Maguy (abreviatura de Margaret) à nossa espera no seu fantástico Tuk Tuk Vermelho descapotável para nos levar a ver as luzes de Lisboa de uma forma super original.
A Maguy nem sempre conduziu o seu tuk tuk vermelho, em tempos teve uma carreira como técnica de análises clinicas mas a vida levou-a a descobrir uma nova vocação. A Maguy não conduz só o seu tuk tuk vermelho, ela leva-nos e eleva-nos pela cidade de Lisboa, conhece cada canto e recanto, conhece os lugares, conhece as pessoas, as coisas e a alma da cidade.

Uma volta no seu tuk tuk vale uma visita completa à cidade, os pontos mais turísticos mas também aqueles que os turistas  raramente conhecem, vale uma visita ao hospital das bonecas do qual fala com carinho, uma passagem pelo bairro da mouraria que insiste tem “tanta coisa boa e as pessoas têm tanto medo ainda”, ficamos a conhecer as lojas mais antigas e a história de cada uma delas ao pormenor além claro de todos os espaços que estão na moda, os conhecidos e os ainda  desconhecidos.

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A Lovelisbonne , da qual é proprietária e guia turística realiza diariamente visitas a Lisboa e agora no período  das Festas tem um programa especial para visita das Luzes de Natal, para o qual simpaticamente nos convidou.

E nós adorámos! Adorámos tudo! Além de ser uma forma super original de ver as luzes, é muito mais confortável que fazer o percurso a pé e conseguimos fugir ao trânsito de quem vem de carro.

Passámos pelo Terreiro do Paço, Praça da Figueira, Avenida da Liberdade, Chiado, Castelo, Graça, com direito a algumas paragens em locais como a Embaixada onde pode nesta altura aproveitar os saldos que já começaram. Mas a cereja no topo do bolo foi quando nos surpreendeu com uma paragem para o melhor pastel de bacalhau que já comi, pastel do bom, aquele só de bacalhau sem queijo à mistura …. À mistura só mesmo o fado que surge voluntariamente pela voz do Sr. João ou da D. Maria, ou de quem queira ou tenha jeito para isso! A Tasca Do Jaime é um daqueles sítios míticos onde se ouve bom fado (amador), onde se come o chouriço assado e ainda se fala em português.

 

A Lovelisbonne proporcionou-nos uma experiência única pela cidade de Lisboa, uma abordagem diferente ao espírito Natalício, vimos as luzes confortávelmente instaladas de mantinha nas pernas (cortesia da Lovelisbonne), com tempo e calma para desfrutarmos da magia e encanto do Natal e ao mesmo tempo e para nos recordarmos das nossas raízes…

 

Obrigada à Lovelisbonne que na mão da Maguy nos proporcionou esta experiência que  tão cedo não vamos esquecer.

A Lovelisbonne tem vários tours disponiveis e  aceita reservas através de watsapp para o contacto 914009595, email para lovelisbonne@gmail.com ou na página FB da  Lovelisbonne.

Sofia Franco

 

 

 

Do “cabaret” para o hotel… sugestão para uma noite “adults only”

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Já advinhou onde fui? …. Sim!

Sou super fan do Chef Avillez mas por falha minha ainda não tinha experimentado o Beco Cabaret Gourmet.

A oportunidade surgiu quando menos esperava e posso dizer que adorei tudo!

Desde o glamour aliado ao secretismo e claro à excentricidade do espetáculo , adorei tudo! O menu é secreto e dinâmico,  e por isso se decidir experimentar não se fie nas fotos da comida. Se tem alergias como eu pode ficar completamente  tranquilo, os empregados são super atenciosos e vão questioná-lo logo no inicio sobre alergias alimentares e preferências.

E lá fui …. Vamos?

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O espaço é super charmoso e intimista. Esperava um pouco mais do espetáculo em si mas da comida posso dizer que é uma obra de arte. Diverti-me imenso a tentar adivinhar o que era cada prato porque a verdade é que é surpreendente cada alegoria que nos servem à mesa. Nada mas mesmo nada é o que parece, diamantes , rosas ou baton… não se admire se os vir à mesa.

diamantes

Desfrute do jantar, da bebida, do show e principalmente da companhia.  E claro para terminar a noite a dois e a combinar com o clima que tal ser arrojado e ir  passar a noite ( ou só umas horas ) a um motel?  Recomendo o H2On e mais não digo!

Atreva-se…

Sofia Franco

(Sem filtros)

As minhas férias low-cost- roteiro pela zona Oeste

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Sou pessoa de ter tudo planeado, incluindo as férias.

Este ano não seria excepção. Sabia quais os dias de férias que ia ter, para onde ia em cada uma das três semanas, quanto podia gastar, enfim, tudo controlado. Mas…chegámos a maio e com o desemprego tive de cancelar tudo, não podia gastar tanto sem saber quando iria voltar a trabalhar. Solução? Cinco dias de férias “low cost”, como lhes chamei.

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Primeiro ponto, onde? Em casa da avó Otília, Aljubarrota, poupamos nas dormidas,  na alimentação e como até nem temos muita rede, vamos conseguir desligar. E lá fomos, eu, ele, o filho dele e o cachorro com dois meses, que adoptámos há poucos dias.

Depois de lá estarmos sabíamos que ficar apenas por casa no meio do nada para um miúdo de 8 anos não seria lá muito fixe. Então começámos a conversar e a ver o que podíamos fazer naqueles dias. A nossa sorte é que a zona centro é rica em piscinas e parques aquáticos para além de estarmos a 15 minutos de carro da Nazaré.

Começámos pela Nazaré, onde com muita sorte apanhámos um bom dia de praia com direito a mergulhos de água gelada e tudo. Por estas bandas come-se bem e os miúdos adoram mesmo são os gelados gigantes da Gelatomania.

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Mas a Nazaré não é só praia, é também história (para além da diversão nocturna que desta não deu para aproveitar), e voltámos para passar mais um dia e fazer o passeio no comboio turístico pelos pontos mais importantes do município. O passeio é bastante acessível,  3,50€ o adulto e 2,00€ por criança com duração aproximada de 1 hora, guia ao longo de todo percurso e duas paragens para tirar fotos e apreciar a vista.

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Passar um dia na Praia das Rocas, em Castanheira de Pêra era obrigatório. Já lá tínhamos estado e prometemos voltar uma vez por ano.  Deixemos de lado a carga emocional associada a uma parte do percurso, porque o fogo foi realmente devastador. Passámos um dia fantástico.  Há imensas actividades para fazer durante o dia (slide, canoa, gaivotas, insufláveis, hidroginástica, zumba, etc) e há também um pequeno bar que serve de apoio à praia e onde se comem umas refeições rápidas muito em conta.

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Mas a grande atracção é sem dúvida a piscina de ondas. De hora a hora toca uma sirene em sinal de chamada e lá vai tudo a correr para a piscina e aproveitar logo as primeiras ondas. Os miúdos deliram!

Aproveitámos e fomos também às festas de Alcobaça, assistimos ao concerto do fadista Pedro Moutinho, vimos uma exposição animal e comemos a fartura da praxe.

Não foram umas férias fantásticas, claro que não. Mas deu para descansar, respirar outro ar, beber café de cafeteira e comer pão quentinho ao pequeno almoço, recarregar baterias, tirar umas fotos giras e a avó Otília ainda fez uma sardinhada.

Para o ano será certamente melhor…mas se forem assim já não será mau.

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MB

Sem filtro

Vamos acampar? (experiência, dicas e truques para o futuro…)

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Nunca me lembro de ter tido vontade de acampar em miúda. Os meus pais não eram
propriamente aventureiros e eu, nessa altura, também não.
A primeira vez que acampei tinha 15 anos. Eu e os meus 3 irmãos (1 de sangue 2
emprestados) fomos para um campo de férias na Serra Nevada, em Espanha. Tínhamos
imensas atividades e uma delas era… uma noite de campismo!Saíamos do hotel de tarde e caminhávamos até uma clareira no meio das montanhas, onde à nossa chegada as tendas já estavam montadas. Da primeira vez que entrámos na nossa tenda não se podia com o calor! Eu, a mais velha, disse para não se preocuparem, “abrimos aqui a porta da
tenda para arejar”, as mantas que tínhamos na tenda cedemos aos vizinhos do lado. Assumimos que nos esperava uma noite “quente”, literalmente. Finalmente o sol pôs-se,chegou a noite, e com ela o frio. Foi só nessa altura que percebi o que mantinha a neve no cume das montanhas. Passámos muito frio mas serviu-nos de lição para os anos seguintes: quando voltámos ao campo de férias já não arejámos a tenda nem cedemos as mantas às tendas vizinhas.

Não me serviu de lição para a vida – uns anos mais tarde voltei a ser apanhada
desprevenida. Eu e o Luís (agora meu marido) percorremos a Europa de tenda às costas: um mês inteiro, no Verão, de país em país a acampar. Foi uma viagem inesquecível! A última noite,a nossa despedida antes de voltarmos a casa, foi em Interlaken. As paisagens eram lindas, as montanhas, o lago, de dia muito calor e à noite o mesmo quadro: muito frio e a neve no cume das montanhas (eu devia ter calculado!). Vestimos todas as roupas que tínhamos na mochilas mas mesmo assim mal dormimos. Adormecia, começava a sonhar (com mantas!!), e acordava logo em seguida a tremer de frio e sem mantas.

Há uns anos o Luís voltou a falar em irmos acampar. Eu fui adiando. Primeiro era porque a Margarida era pequena, depois era porque estava grávida, depois era o Duarte pequeno… Fui tendo sempre desculpas e a ideia foi caindo no esquecimento. Este ano, por coincidência, descobrimos em 2 grupos muito diferentes de amigos adeptos do campismo. Grandes entusiastas que acampam com os filhos desde bebés. De repente não tive como fugir. Assim surgiu o plano: estas férias vamos acampar!
Pusemos então mãos à obra: Primeiro passo – o material.
Há várias lojas onde podem encontrar material de campismo e na altura do Verão até o
conseguem comprar em grandes superfícies. Nós optámos por ir à à Decathlon que tem tudo!
Comprámos tenda, colchões e sacos cama – “Go big or go home”!
Decidimos investir agora para termos pretexto para acamparmos mais vezes.
A nossa lista de compras:
* Tenda – a tenda foi “exigência” minha: queria uma “fresh and black” – umas tendas que são escuras, portanto não acordamos mal o sol nasce, e que se mantêm frescas – esqueçam o calor que senti ao chegar à tenda naquele primeiro campismo na Serra Nevada!Valeu o investimento!
*Colchões
*Bomba de ar para encher a tenda e os colchões
*Sacos-cama
*Almofada insuflável
*Manta de picnic para estender no avançado
*Toalhas de microfibra para ocuparem menos espaço
*Lanternas
*Canivete

Depois de termos o material passámos ao segundo passo – decidir para onde ir.
O Luís ficou responsável por escolher o sítio – seguimos o conselho de amigos e fomos para Odeceixe, para o Parque de Campismo de S. Miguel.
O parque é muito bom – tem árvores e portanto muitas sombras (apesar de nós não termos conseguido uma ☹), tem restaurante, supermercado e piscina (só é pena ser paga). Para quem preferir uma opção menos aventureira pode optar por ficar nos bungalows. Os balneários são limpos e têm água quente. À noite passam um filme para crianças às 21h e outro para adultos às 22h. A praia de Odeceixe fica a 10 minutos de carro e se quiserem ir um bocadinho mais longe têm outras praias que podem visitar: Carvalhal ou Zambujeira do Mar .
Terceiro passo – ir!
Os miúdos adoraram! Ajudaram a montar e desmontar a tenda, a lavar a loiça, correram nos relvados, viram as estrelas no céu e até viram uma estrela cadente. Para eles foi uma
verdadeira aventura!
Coisas boas: optámos por ter eletricidade e por isso carregar os telemóveis foi fácil. Não tenho saudades de fazer tempo na casa de banho para não ficar sem bateria. Para nós serviu também para ligar a chaleira que levámos.
Levei um penico para a eventualidade de os miúdos precisarem de ir à casa de banho a meio da noite, mas que a Margarida se recusou a usar apesar de TODAS as noites ter acordado para fazer xixi.
Coisas menos boas: ter de cruzar o parque de campismo a meio da noite para chegar a um wc não é o mais agradável, mas na verdade, se não fosse por ela, tinha sido por mim que  tenho a bexiga pequena e vontade de fazer xixi sempre que não dá jeito. Para mim isto é o pior do campismo, a distância até chegarmos à sanita.
– No 2º dia tivemos fila para o banho (para a Margarida foi uma festa!). Confesso que na altura tive receio de passar um bom bocado das férias na fila para o chuveiro mas foi a única vez que aconteceu, nos outros dias  nunca esperámos.
– O ressonar do senhor da tenda do lado na última noite (nunca tinha ouvido ressonar assim!!).
Quarto passo – aprender com os erros para da próxima irmos melhor!
1. Levar roupa e sapatos quentinhos!
Estamos no Verão, fui preparada para o Verão, mas à noite arrefece muito. Não passámos frio mas para a próxima levo mais mudas de roupa quente e já agora sapatos fechados. Só levei chinelos e sandálias por isso andei sempre com os pés cheios de pó e ervas. Sabem aquela sensação de chegar da praia cheios de areia, tomar um banho e sentirmo-nos limpos e frescos?
Eu sei, mas não senti.  Limpava a areia dos pés para logo a seguir os encher de pó.
2. Levar material para cozinhar no parque de campismo.
Não levámos grande material de cozinha. Levámos uma chaleira para aquecer água, 2 taças e colheres para fazer papa para os miúdos (sim, não deviam, mas ainda comem papa ao pequeno almoço). Eu e o Luís tomámos sempre o pequeno almoço no café do parque e almoçámos e jantámos sempre fora e por isso gastámos muito dinheiro em refeições, para a próxima fazemos nós a comida.
Portanto, resumindo e concluindo, depois desta experiência os meus conselhos são:

1. Procurem uma sombra, vale a pena o tempo que perderem para a encontrar,
de preferência num sítio sem grande desnível e sem muitas pedras (um bocadinho
exigente),
2. Tenham um colchão! Em tempos dormia em colchonete (colchão de espuma) mas as
minhas costas já não são a mesma coisa, e já que é para acampar que seja com algum
conforto ! Há tripartidos e de insuflar, de vários tamanhos e de vários preços.
3. Tenham sacos cama preparados para o frio. Se estiver frio eles aquecem-vos, se estiver
muito calor, dormem destapados!
4. Levem roupa fresca para o dia mas também roupa quente e sapatos fechados que se
possam sujar (ténis por exemplo),
5. Se tiverem o sono leve ou forem sensíveis ao barulho experimentem tampões de
ouvidos,
6. O necessaire convém ter cabide. Nos balneários não é fácil encontrar sítio limpo e/ou
seco onde o pousar,
7. Levem acessórios que vos permitam cozinhar ou preparem-se para gastar algum
dinheiro em refeições,
8. Não se esqueçam do repelente (nesta família só eu fui picada mas ainda me estou a
coçar…)

9. E por fim relaxem e aproveitem!! Eu já estou com vontade de repetir!

SF

(médica de crianças)

Fomos espalhar magia para a Disneyland Paris

Pois é, fomos á Disneyland Paris com as crianças  ( quatro com menos de 6 e duas  com mais de 30 )!  Adorámos a experiência e toda a magia envolvida. Tanto tanto que não hesitámos quando a Troupi nos convidou para partilhar a experiência no seu blog.

Podem acompanhar aqui o artigo completo http://blog.troupi.com/viagem-a-disneyland-paris/ e entretanto divirtam-se com as nossas fotos !

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A Magia está no ar!

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Aqui todos os sonhos são possíveis!

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A criançada toda , três princesas e o cavaleiro mais corajoso e fofinho do universo

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Alguém é capaz de jurar que não são princesas a sério?

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O meu preferido …. Super fan!